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Frei Luís de Sousa
葡萄牙语 BooksWhale 版本 · Almeida Garrett
Um drama romântico português sobre ausência, honra, família, pressentimento e destino trágico.
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图书简介
Frei Luís de Sousa
Frei Luís de Sousa transforma a história de Manuel de Sousa Coutinho, Madalena e Maria num drama de memória nacional, segredo familiar e fatalidade. Garrett combina patriotismo, romantismo, religião, ruína doméstica e linguagem teatral intensa numa obra central da literatura portuguesa.
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Almeida Garrett morreu em 1854 e Frei Luís de Sousa foi publicado e encenado no século XIX. Essas datas sustentam o domínio público do texto original em português usado nesta edição.
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Frei Luís de Sousa
Almeida Garrett
PESSOAS
MANUEL (FREI LUIZ) DE SOUSA DONA MAGDALENA DE VILHENA DONA MARIA DE NORONHA FREI JORGE-COUTINHO O ROMEIRO TELMO-PAES O PRIOR DE BEMFICA O IRMÃO CONVERSO MIRANDA O ARCEBISPO DE LISBOA DOROTHEA
CÔRO DE FRADES DE SAN'DOMINGOS
Clerigos do arcebispo, frades, criados, etc.
Logar da scena--Almada.
预览章节ACTO PRIMEIRO预览
_Camera antiga, ornada com todo o luxo e caprichosa elegancia portugueza dos principios do seculo dezasette: porcelanas, xarões, sedas, flores, etc. No fundo duas grandes janellas rasgadas, dando para um eirado que olha sôbre o Tejo e de donde se ve toda Lisboa: entre as janellas o retratto, em corpo inteiro, de um cavalleiro môço vestido de preto com a cruz branca de noviço de S. João de Jerusalem.--Defronte e para a bôcca da scena um bufete pequeno coberto de ricco panno de velludo verde franjado de prata; sôbre o bufete alguns livros, obras de tapeçaria meias-feitas, e um vaso da China de collo alto, com flores. Algumas cadeiras antigas, tamboretes razos, contadores. Da direita do espectador, porta de communicação para o interior da casa, outra da esquerda para o exterior.--É no fim da tarde_.
预览章节SCENA I预览
MAGDALENA so, sentada junto á banca, os pés sôbre uma grande almofada, um livro aberto no regaço, e as mãos cruzadas sôbre elle, como quem descahiu da leitura na meditação.
*Magdalena*, _repettindo machinalmente e de vagar o que acaba de ler_.
«N'aquelle ingano d'alma ledo e cego Que a fortuna não deixa durar muito...»
Com paz e alegria d'alma... um ingano, um ingano de poucos instantes que seja... deve de ser a felicidade suprema n'este mundo.--E que importa que o não deixe durar muito a fortuna? Viveu-se, póde-se morrer. Mas eu!... (_pausa_) Oh! que o não saiba elle ao menos, que não suspeite o estado em que eu vivo... este medo, estes continuos terrores que ainda me não deixaram gozar um so momento de toda a immensa felicidade que me dava o seu amor.--Oh que amor, que felicidade... que desgraça a minha! (_Torna a descahir em profunda meditação: silencio breve_.)
目录
本版本内容
- 01Full text
- 02ACTO PRIMEIRO
- 03SCENA I
- 04SCENA II
- 05SCENA III
- 06SCENA IV
- 07SCENA V
- 08SCENA VI
- 09SCENA VII
- 10SCENA VIII
- 11SCENA IX
- 12SCENA X
- 13SCENA XI
- 14SCENA XII
- 15ACTO SEGUNDO
- 16SCENA I
- 17SCENA II
- 18SCENA III
- 19SCENA IV
- 20SCENA V
- 21SCENA VI
- 22SCENA VII
- 23SCENA VIII
- 24SCENA IX
- 25SCENA X
- 26SCENA XI
- 27SCENA XII
- 28SCENA XIII
- 29SCENA XIV
- 30SCENA XV
- 31ACTO TERCEIRO
- 32SCENA I
- 33SCENA II
- 34SCENA III
- 35SCENA IV
- 36SCENA V
- 37SCENA VI
- 38SCENA VII
- 39SCENA VIII
- 40SCENA IX
- 41SCENA X
- 42SCENA XI
- 43SCENA XII