Portuguese Edition
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Crónica de D. João I
Portuguese BooksWhale Edition by Fernão Lopes
A crónica fundadora de Fernão Lopes sobre crise dinástica, povo, guerra e legitimidade régia.
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Book introduction
Crónica de D. João I
Crónica de D. João I narra a crise de 1383-1385, a revolução de Lisboa, a ascensão de Mestre de Avis e a batalha de Aljubarrota. Fernão Lopes transforma história política em narrativa viva de povo, cidade e poder.
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Crónica de D. João I
Preview chapterAQUI COMEÇAPreview
A CHRONICA D'EL-RÈI D. JOÃO
DE BOA MEMORIA
O PRIMEIRO D'ESTE NOME
E DOS REIS DE PORTUGAL O DECIMO
Capitulada, e composta por Fernão Lopes, escrivão da Puri- dade do Infante D. Fernando, filho do mesmo Rei D. João. A qual Chronica o dito Fernão Lopes fez por mandado d'El-rei D. Duarte, sendo Príncipe.
Rabões em prologo do aiictor doesta obra^ ante que fale dos feitos do SMestre.
GRANDE licença deu a aífeição a muitos, que tiveram cargo de ordenar historias, mor- mente dos Senliores, em cuja mercê e terra viviam, e onde foram nados seus antigos avós, sen- do-lhe muito favoráveis no recontamento de seus feitos. E tal favoreza, como esta, nace de munda- nal aífeição, a qual não é, salvo conformidade de alguma cousa ao entendimento do homem.
Assim que a terra, em que os homens, por longo costume e tempo, foram criados, gera uma tal con- formidade entre o entendimento, e ella, que havendo de julgar alguma sua cousa assim em louvor, como por contrario, nunca por elles é direitamente recon- tada, porque louvando-a, dizem sempre mais d'a- quello, e se doutro modo não escreverem suas per- das tão minguadamente, como acontecerem, outra cousa gera ainda esta conformidade e natural incli- nação, segundo sentença d'algnns, que o pregoeiro da vida é a fama, recebendo refeição, para o corpo, o sangue, e espíritos gerados de tantas viandas teem uma tal similhança entre os que causa esta confor- midade. Alguns outros tiveram que isto descia na semente, no tempo de geração, a qual dispõem por tal guisa aquello, que d'ella é grado, que lhe fica esta conformidade, também acerca da terra, como de seus dividos, e ao que parece que o sentiu Tú- lio, quando veiu a dizer:
Nós não somos nados a nós mesmos, porque uma parte de nós tem a terra, e a outra os paren- tes; e porém o juizo do homem acerca de tal terra, ou pessoas recontando seus feitos sempre copega.
Esta mundanal affeiçao fez alguns historiadores, que os feitos de Castella, com os de Portugal, escre- veram, posto que homens de boa authoridade fos- sem, desviar da verdadeira estrada, e colher por se- mideiros escusos, por as minguas das terras de que eram em certos passos claramente não serem vis- tas, especialmente no grande desvairo, que o mui virtuoso Rei de boa memoria D. João, cujo regi- mento e reinado se segue, houve com o nobre e poderoso rei D. João de Castella, pondo parte de seus bons feitos fora do louvor, que merecia, e eva-
dindo em alguns outros de guisa, que não aconte- ceram, atrevendo se a publicar esto em vida de taes que lhe foram companheiros, bem veadores de todo o contrario.
Nós certamente levando outro modo, posta a de- parte toda a affeição, que por azo das ditas razoes haver podiamos, nosso desejo foi em esta obra es- crever verdade, sem outra mistura, leixando nos bons aquecimentos todo fingido louvor, e mormente mostrar ao povo, quaesquer contrarias causas da guisa que avierem. E se o Senhor Deos a nós ou- torgasse o que a alguns escrevendo não negou, con- vém a saber: em suas obras clara certidão da ver- dade, sem duvida não somente mentir do que sabe- mos, mas ainda errando falso não queríamos dizer, como assim seja, que outra cousa não é de errar, salvo cuidar que é verdade aquello que é salvo, e nós enganados por ignorância de velhas escripturas e desvairados authores, bem podiamos ditando er- rar; porém que escrevendo homem do que não é certo, ou contar mais curto que foi, ou falar a mais largo do que devemos, mentirá, e este costume é muito afastado de nossa vontade.
Preview chapterCAPITULO ÍIPreview
Como o conde houvera de ser morto por ve^es^ e ne- nhuma houve a\o de se acabar.
ALANDO alguns da morte do conde João Fernan- des, onde se começam os feitos do Mestre, alle- gam um dito, de que nos não praz, dizendo que fortuna muitas vezes por longo tempo escusa amor a alguns homens por lhe depois azar mais deshon-
rado fim, assim como fez a este conde João Fer- nandes, que muitas vezes lhe desviou a morte, que alguns tiveram cuidado de lhe dar, porque depois o leixasse nas mãos do Mestre para o matar mais deshonradamente.
E nós d'este dito não somos contente; e assim por razão do que o matou, como da morte, que por elle, nenhum dos outros o matar podéra, que lhe muito mór deshonra não fora, mas temos que o muito alto Deus, que em sua providencia nenhuma cousa falece, que tinha disposto de o Mestre ser rei ordenou que o não matasse outrem, senão elle. E esto em tempo assignado e com certos azos, posto que poderoso fosse de o d'outra guisa fazer, cá certo é que uzando o conde por tempo d^aquella grão maldade que dissemos, dormindo com a mu- lher do seu senhor, de que tantas mercês e acrescen- tamentos havia recebidos.
Não soou isto assim simplesmente nas orelhas dos grandes senhores e fidalgos, que lhe não ge- rasse grande e assignado desejo de vingança da des- honra de el-rei D. Fernando; mas o pôr esto em obra embargavam muito duas cousas. A primeira ser o conde guardado de muitos e bons fidalgos que o sempre acompanhavam de dia e de noute, a se- gunda que quem se a tal feito pozesse, aventurava a vida e perdia-se de todo, que os mais dos homens muito arreceavam de fazer.
Outros lhe enadiam ainda, que por tal cousa se- ria el-rei muito mais infamado e seu linhagem d'ella em maior deshonra que eram os condes e outros grandes do reino, pêro falando em ello por vezes todos outorgavam de ser em tal feito, mas nenhum não se atrevia de ser o primeiro. E o conde bem
entendia que de taes pessoas não era bem seguro, não dando porém a entender nada, mas seu grande estado e guardamentos, que por azo d'elle haviam grandes desembargos d'el-rei e da rainha o fazia segurar.
Pêro foi assim que o conde D. João Affonso, ir- mão da rainha, quando veiu de Castella que foi lá prezo na de Saltes, chegou a Lisboa, e achando a fama de sua irmã muito peor do que a leixara com este conde que dissemos, houve d'ello grande quei- xume e determinou de o matar, e fallou esta cousa com alguns dos melhores que na cidade havia, as- sim como Aífonso Eanes Nogueira e outros que eram todos seus vassallos, e encaminhou por ir ver el-rei a Rio Maior onde entonce estava, quando veiu d'Elvas que houvera d'haver a batalha, acompa- nhado o conde de muitos que se com elle foram.
E como hi foi, segundo alguns contam, uma noite se fez prestes e aguardou muito escusamente com os seus para o matar. E indo o conde alta noite desacompanhado, salvo com uma tocha, trigaram-se os outros mais do que deveram, como viram o ar da candeia, e elle que os sentia e em sabendo quem era receou-se muito e tornou a traz, e guardando aquella hora passou assim que se não fez por en- tão mais.
Outros escrevem por outra maneira, dizendo que a rainha como era mulher avisada, já por onde quer que foi, ante que seu irmão chegasse soube a tenção que contra o conde levava, e quando pediram pou- sadas, para elle mandou ella correger uma camará nos passos onde pousava, dizendo que queria que pousasse com ella e recebeu-o mui bem, e fez-lhe grão gazalhado, e prezumiam que lhe dera a rainha
Table of contents
Inside this edition
- 01Full text
- 02AQUI COMEÇA
- 03CAPITULO ÍI
- 04Chronica d' El- Rei D. João I 21
- 05CAPITULO III
- 06Chronica d' El- Rei D. João I 23
- 07Chronica d' El- Rei D. João I 25
- 08Chronica d' El- Rei D. João I 27
- 09CAPITULO VII
- 10CAPITULO VIII
- 11CAPITULO XII
- 12Chronica d' El Rei D. João I 4j
- 13CAPITULO XIII
- 14Chronica d' El- Rei D. João I 53
- 15CAPITULO XIV
- 16Chronica d'El-Ret D. João I 5j
- 17CAPITULO XVI
- 18CAPITULO XVII
- 19CAPITULO XVIII — XIX
- 20CAPITULO XXI
- 21CAPITULO XXII
- 22CAPITULO XXÍII
- 23CAPITULO XXIV
- 24CAPITULO XXV
- 25CAPITULO XXVI
- 26CAPITULO XXVII
- 27CAPITULO XXVIII
- 28Chronica d' El- Rei D. João I 8g
- 29CAPITULO XXIX
- 30Chronica d' El Rei D. João I g3
- 31CAPITULO XXX
- 32CAPITULO XXXI
- 33CAPITULO XXXII
- 34CAPITULO XXXIII
- 35Chronica d'El-Ret D. João I io3
- 36CAPITULO XXXIV
- 37CAPITULO XXXV
- 38CAPITULO XXXVI
- 39CAPITULO XXXVII
- 40CAPITULO XXXVIII
- 41CAPITULO XXXÍX
- 42CAPITULO XLI
- 43Chronica d El- Rei D. João 1 121
- 44CAPITULO XLII
- 45CAPITULO XLIII
- 46CAPITULO XLIV
- 47CAPITULO XLV
- 48CAPITULO XLVI
- 49Chronica d' El- Rei D. João I j3y
- 50CAPITULO XLVÍI
- 51Chronica d' El- Rei D. João I i3g
- 52CAPITULO XLVIII
- 53Chronica d El- Rei D. João I 143
- 54CAPITULO XLIX
- 55CAPITULO LII
- 56CAPITULO LIII
- 57CAPITULO LIV
- 58CAPITULO LVI
- 59CAPITULO LVII
- 60CAPITULO LVIII
- 61CAPITULO LIX
- 62CAPITULO LXI
- 63Chronica d' El- Rei D. João I lyj
- 64CAPITULO LXIII
- 65CAPITULO LXIV
- 66CAPITULO LXV
- 67Chronica d El- Rei D. João I i8i
- 68Chronica d' El- Rei D. João I j83
- 69CAPITULO LXVI
- 70Chronica d' El- Rei D. João I i85
- 71CAPITULO LXVIII
- 72CAPITULO LXIX
- 73Fim do primeiro volume
- 74Capitulo I. — Razões em prologo do author d'esta obra, ante que fale dos feitos do Mestre i5
- 75Capitulo II. — Como o conde houvera de ser morto por vezes, e nenhuma houve azo de se acabar i8
- 76Capitulo III. — Como alguns ordenaram de o conde ser morto, e porque azo se não fez 21
- 77Capitulo IV. — Como el-rei mandava matar o conde João Fernandes, e porque se leixou de fazer 23
- 78Capitulo V. — Como o conde João Fernandes houvera
- 79Capitulo VI. — Como se azou a morte do conde João
- 80Capitulo VII. — Gomo Álvaro Paes fallou com o Mestre sobre a morte do conde João Fernandes, e do ac- cordo em que ambos ficaram 3 1
- 81Capitulo VIII. — Como o conde João Fernandes veiu ao sahimento d'el-rei e o Mestre foi ordenado por Fron- teiro em Riba d'Odiana 33
- 82Capitulo IX. — Como foi ordenada a morte do conde João Fernandes, e como o Mestre partiu de Lisboi, sem levando intenção de o matar 36
- 83Capitulo X. — Como o Mestre tornou a Lisboa e de que
- 84Capitulo XI — Do que a rainha disse por a morte do
- 85Capitulo XII. — Do alvoroço que foi na cidade, cuidando que matavam o Mestre, e como alá foi Álvaro Paes e muitas gentes com elle 46
- 86Capitulo XIII. — Como o bispo de Lisboa e outros foram
- 87Capitulo XIV. — Como o Mestre, depois que comeu, foi
- 88Capitulo XV. — Como os da cidade quizeram roubar os
- 89Capitulo XVI. — Que maneira tinha a rainha D. Leonor com o Mestre e alguns outros a que não tinha bom desejo G2
- 90Capitulo XVII. — Como a rainha partiu de Lisboa pêra
- 91Capitulo XVIII — XIX. — Como o Mestre guisava pêra se ir pêra Inglaterra e como pediu perdão a Vasco Porcalho 66
- 92Capitulo XX. — Por quaes rasões os da cidade disseram ao mestre que ficasse no reino, e o tomariam por senhor 68
- 93Capitulo XXI. — Das razões, que os da cidade diziam
- 94Capitulo XXII. — Da maneira que a rainha ordenou pêra matar o Mestre, quando soube que queria par- tir-se pêra Inglaterra. 72
- 95Capitulo XXIII. — Das razões que Álvaro Vasques hou- ve como Mestre sobre sua partida pêra Inglaterra. 74
- 96Capitulo XXIV. — Como Fr. João da Barroca veiu a
- 97Capitulo XXV. — Como o Mestre fallou com Fr. João
- 98Capitulo XXVI. — Como foi accordado de enviar á rainha commetter casamento com o Mestre, e segu- rança pêra os da cidade 81
- 99Capitulo XXVII. — Como o Mestre outorgou de ficar por regedor e de fensor do reino, e do que foi falado na camará da cidade sobre sua ficada delle 84
- 100Capitulo XXVIII. — Como o Mestre tomou officiaes pêra sua casa, e que dictado ordenou de se porem nas cartas 88
- 101Capitulo XXIX. — Como o infante D. João soube que o Mestre seu irmão se chamava regedor e defensor do reino, e a maneira que em ello teve 91
- 102Capitulo XXX. — Do recado que a rainha mandou a Gonçalo Vasques d'Azevedo ante que partisse pêra Santarém, e das razões que disse aos do logar gS
- 103Capitulo XXXI. — Como a rainha partiu de Aleniquer pêra Santarém, e das razões que disse aos do logar ante que partisse 96
- 104Capitulo XXXII. — Razões do auctor d'esta obra, ante
- 105Capitulo XXXIII. — De que linhagem descendeu este
- 106Capitulo XXXIV. — Como Nuno Alvares foi trazido á corte d'el-rei D. Fernando, e como tomou as primei- ras armas da rainha D. Leonor io3
- 107Capitulo XXXV. — Como o priol commetteu a seu filho que quizesse casar, e como em ello consentiu e casou com D. Leonor d'Alvim io5
- 108Capitulo XXXVI. — Como Nuno Alvares partiu pêra
- 109Capitulo XXXVII. — Como Nuno Alvares soube que o conde João Fernandes era morto, e das razões que houve com seu irmão sobre ello no
- 110Capitulo XXXVIII. — Como Nuno Alvares descobriu
- 111Capitulo XXXIX. — Como Nuno Alvares chegou a Lis- boa, e das razões que disse ao Mestre 1 1 5
- 112Capitulo XL. — Como sua madre de Nune Alvares vinha pêra torvar seu filho do serviço do Mestre, e do que sobre ello aveiu 117
- 113Capitulo XLI. — Como o Mestre falou com os do seu
- 114Capitulo XLII. — Como o Mestre quizera combater o
- 115Capitulo XLIII. — Como foi tomado o castello de Beja
- 116Capitulo XLIV. — Como o castello de Portalegre e Ex-
- 117Capitulo XLV. — Como o Alcaide de Évora quizera ter voz por a rainha, e foi tomado o castello pelos da cidade 1 33
- 118Capitulo XLVI. — Como os da cidade se levantaram
- 119Capitulo XLVII. — Como foi lançada voz pelo Mestre na cidade do Porto, e da maneira que o povo em ello teve 1 38
- 120Capitulo XLVIII. — Porque razão enviou o Mestre em- baixadores a Inglaterra, e da resposta que lhe de lá veiu • 141
- 121Capitulo XLIX. — Como a cidade de Lisboa deu um ser- viço ao Mestre pêra ajuda de fazer moeda 146
- 122Capitulo L. — Como o Mestre ordenou de fazer moeda
- 123Capitulo LI. — Como o Mestre deu logar a alguns que
- 124Capitulo LII. — Como^ os de villa de Almada tomaram voz pelo Mestre, e como foi sobre Alemquer i52
- 125Capitulo LIII. — Gomo el-rei de Castella mandou pren- der o conde D. AfTonso, seu irmão i55
- 126Capitulo LIV. — Como el-rei de Castella mandou pren- der o infante D. João de Portugal i56
- 127Capitulo LV. — Como el-rei fez em Toledo exéquias por el-rei D. Fernando, e da maneira que em ellas teve 1 58
- 128Capitulo LVI. — Do que aconteceu quando alçaram pendão por el-rei de Castella i6o
- 129Capitulo LVII — Como el-rei teve conselho se era bem
- 130Capitulo LVIII — Como o bispo da Guarda disse a el- rei que lhe daria a cidade, e como el-rei determinou em toda guisa de entrar no reino 166
- 131Capitulo LIX — Gomo el-rei de Castella entrou em Por- tugal, e de alguns fidalgos que se vieram pêra elle... 168
- 132Capitulo LX — Das razões que Beatriz Gonçalves disse
- 133Capitulo LXI — Do recado que mandou a rainha D. Leonor a alguns concelhos depois da morte do conde João Fernandes 173
- 134Capitulo I.XII — Como a rainha escreveu a el-rei de Castella que entrasse no reino, e a tenção porque o fez 174
- 135Capitulo LXIII — Como el-rei de Castella seguiu seu
- 136Capitulo LXIV — Como se o Mestre tornou de Alem-
- 137Capitulo LXV — Como el-rei falou á rainha e a levou
- 138Capitulo LXVIIL — Dos fidalgos e cavalleiros que esta- vam com el-rei em Santarém, e do que aveiu a Gon- çalo Vasques com o soldo que mandou pagar aos seus 189
- 139Capitulo LXIX. — Dos logares que tomaram voz por Castella em todas as comarcas do reino 192
- 140CAPITULO LXX
- 141Chronica d' El- Rei D. João I
- 142CAPITULO LXXII
- 143CAPITULO LXXÍV
- 144CAPITULO LXXV
- 145Chronica d El- Rei D. João I ig
- 146CAPITULO LXXVI
- 147CAPITULO LXXVII
- 148CAPITULO LXXVIII
- 149CAPITULO LXXIX
- 150CAPITULO LXXX
- 151Chronica d' El- Rei D. João I 2g
- 152CAPITULO LXXXI
- 153Chronica d' El- Rei D. João I 33
- 154CAPITULO LXXXII
- 155CAPITULO LXXXIII
- 156CAPITULO LXXXIV
- 157CAPITULO LXXXV
- 158CAPITULO LXXXVI
- 159CAPITULO LXXXVII
- 160CAPITULO LXXXVIII
- 161CAPITULO LXXXIX
- 162CAPITULO XGI
- 163CAPITULO XGII
- 164CAPITULO XGIII
- 165CAPITULO XCIV
- 166CAPITULO XCV
- 167CAPITULO XGVI
- 168CAPITULO XCVII
- 169CAPITULO XCVIII
- 170CAPITULO XCIX
- 171Chronica dEl-Rci D. João 1 8t
- 172Chronica d' El- Ra D. João I 83
- 173CAPITULO Cl
- 174CAPITULO CII
- 175CAPITULO cm
- 176Chronica d' El- Rei D. João I g5
- 177CAPITULO CIV
- 178CAPITULO GV
- 179CAPITULO CVI
- 180CAPITULO CVIII
- 181CAPITULO CIX
- 182Chronica d'El-Ret D. João I iii
- 183CAPITULO CXI
- 184CAPITULO CXII
- 185Chronica d El- Rei D. João I iig
- 186CAPITULO CXIV
- 187Chronica d' El- Rei D. João I I23
- 188CAPITULO CXV
- 189CAPITULO CXVI
- 190CAPITULO CXVII
- 191Chronica d' El- Rei D. João 1 j35
- 192CAPITULO CXVIII
- 193CAPITULO CXIX
- 194CAPITULO CXX
- 195Chronica d'El Rei D. João L 143
- 196CAPITULO CXXI
- 197CAPITULO CXXII
- 198CAPITULO CXXIÍI
- 199Chronica d El- Rei D. João I i5i
- 200CAPITULO CXXIV
- 201Chronica d' El- Rei D. João 1 i55
- 202CAPITULO CXXV
- 203CAPITULO CXXVI
- 204CAPITULO CXXVII
- 205CAPITULO CXXVIII
- 206CAPITULO CXXIX
- 207CAPITULO CXXX
- 208CAPITULO CXXXI
- 209CAPITULO CXXXI-A
- 210CAPITULO CXXXII
- 211CAPITULO CXXXIII
- 212Chronica d' El- Rei D. João I i83
- 213CAPITULO CXXXIV
- 214CAPITULO CXXXV
- 215Chronica d'El-Re{ D. João I i8j
- 216Chronica d' El- Rei D. João 1 i8g
- 217CAPITULO CXXXVI
- 218Chronica d' El- Rei D. João I ig3
- 219CAPITULO CXXXVII
- 220Fim do segundo volume
- 221Capitulo LXX. — Como foram filhados os navios de pes- cado que vinham de Galliza 5
- 222Capitulo LXXI. — Como o conde de Mayorcas mandou desafiar o Mestre, e como Nuno Alvares respondeu a elle 8
- 223Capitulo LXXII.— Como Nuno Alvares foi atravez de Cintra, á forragem, e alguns capitães de Castella che- garam ao Lumiar il
- 224Capitulo LXXIV. — Como a rainha escreveu ao conde D. Gonçalo, seu irmão, que desse Coimbra a el-rei de Castella i5
- 225Capitulo LXXV. — Do que haveiu a alguns da cidaiie,
- 226Capitulo LXXVI. — Das razões que Nuno Alvares disse ao conde D. Álvaro Pires de Castro e a seu filho, e como o Mestre ordenou de ir a pelejar com os capi- tães de Castella que estavam no Lumiar 19
- 227Capitulo LXXVIL— Porque se gerou o desprazimento
- 228Capitulo LXXVJII. — Como el-rei partiu de Santarém
- 229Capitulo LXXIX.— Como el-rei chegou a Coimbra, e
- 230Capitulo LXXX. — Das razões que D Beatriz de Castro fallou com Affonso Anriques, e do que elle respon- deu 28
- 231Capitulo LXXXI. — Das razões que a rainha houve com
- 232Capitulo LXXXII.— Das falias que se tratavam entre o conde D. Gonçalo, irmão da rainha, e o conde D, Pedro 33
- 233Capitulo LXXXIII.— Como foi sabido o que o conde D. Pedro queria fazer, e como fugiu e se foi pêra o Porto 36
- 234Capitulo LXXXIV. — Das razões que el-rei e a rainha D.
- 235Capitulo LXXXV. — Como a rainha D. Leonor foi leva- da pêra Castella 42
- 236Capitulo LXXXVI. — Do recado que os de Alemquer
- 237Capitulo LXXXVII. — Como el-rei partiu de Santarém, e do conselho que houve se cercaria Lisboa 45
- 238Capitulo LXXXVIII. — Como o Mestre ordenou por fronteiro d'entre Tejo e Odiana Nuno Ah-ares Perei- ra 48
- 239Capitulo LXXXIX.— Da bandeira que Nuno Alvares mandou fazer, e do poder que lhe o Mestre deu.... 5i
- 240Capitulo XC— Das razões que o Mestre disse a Nuno Alvares, e como se espediu d'elie 53
- 241Capitulo XCI. — De uma sacaria que Nuno Alvares fez
- 242Capitulo XCII. — De que guisa Nuno Alvares escolheu
- 243Capitulo XCIII. — Como Nuno Alvares mandou chamar
- 244CAPITULO XCIV. — Da resposta que a Nuno Alvares foi dada, como todos oulhorgaram de ser com elle na batalha 61
- 245Capitulo XCV. — Das razões que Nuno Alvares houve
- 246CAPITULO XCVI. — Como Nuno Alvares poz batalha aos
- 247Capitulo XCVII. — Como Nuno Alvares cobrou Arron- ches e Alegrete • yS
- 248Capitulo XCVIIL — D'uma entrada que os portuguezes
- 249Capitulo XCIX. — Como Vasco Porcalho foi lançado de
- 250Capitulo C. — Como o Mestre m.andou entregar a Vasco
- 251Capitulo Cl. — Como Vasco Porcalho prendeu Álvaro
- 252Capitulo CII. — Como os portuguezes pelejaram e os
- 253Capitulo ClII. — Como foi livre Álvaro Gonçalves Coita- do da prizão, e desbaratados os castellãos que o le- vavam 91
- 254Capitulo CIV.— Como Pêro Rodrigues foi acorrer Álva- ro Coitado, que o não prendessem os castellãos.... 97
- 255Capitulo CV. — Como Vasco Porcalho foi correr ao
- 256Capitulo CVÍ. — Como Pêro Rodrigues da Fonseca lan- çou uma cilada aos do Alandroal, e do que lhe haveiu loi
- 257Capitulo CVII. — Como Paio Rodrigues Marinho pren- deu Gil Fernandes d'Elvas 104
- 258Capitulo CVIII. — Como Gil Fernandes foi pelejar a
- 259Capitulo CIX. — Como Gil Fernandes pelejou com Paio
- 260Capitulo CX. — D'algumas naus de Génova que o Mestre cobrou a seu- poder, e como combateu Alemquer, e e não foi tomado 1 1 o
- 261Capitulo CXI — Como o Mestre mandou armar certas
- 262Capitulo CXIII. — Como escaramuçaram os castellãos com
- 263Capitulo CXIV. — Como el-rei chegou sobre a cidade, e
- 264Capitulo CXV. - Como el-rei de Castella chegou sobre
- 265Capitulo CXVL — Porque guisa estava a cidade corregi- da pêra se defender quando el-rei de Castella poz cerco sobre ella 1 28
- 266Capitulo CXVH. — Como foi tomado Ourem, e preso Diogo Lopes Pacheco e dado por elle João Ramires d'Arelhano 1 33
- 267Capitulo CXVIII. — Dos capitães que entraram com o arcebispo a correr em Portugal, e como foi preso Fernando Affonso de Samora 1 37
- 268Capitulo CXIX. — Do conselho que o Arcebispo houve
- 269Capitulo CXX.— Como os do Porto sahiram fora pêra pelejarem com os gallegos 141
- 270Capitulo CXXI. — Como as galés de Lisboa chegaram ao Porto e se ajuntaram as gentes d'ellas com os da villa pêra pelejar com os gallegos 148
- 271Capitulo CXXII.— Como os portuguezes escaramuçaram
- 272Capitulo CXXIII. — Como Ruy Pereira disse sua mensa- gem aos do Porto, e a resposta que lhe deram 148
- 273Capitulo CXXIV. — Do recado que os do Porto enviaram
- 274Capitulo CXXV. — Como as galés foram correr a costa
- 275Capitulo CXXVI. — Como Nuno Alvares houvera de ir
- 276Capitulo GXXVII.'— Como Nuno Alvares ordenou de
- 277Capitulo CXXVIII. — Como a Nuno Alvares lhe haveiu com D. David Algaduxe, sobre dinheiros que lhe quizera dar 162
- 278Capitulo CXXIX. — Como Nuno Alvares pelejou com
- 279Capitulo CXXX. — Do conselho que el-rei de Castella houve com os seus em que guisa pelejaria com a frota de Portugal 166
- 280Capitulo CXXXI. — Das razoes que Pêro Fernandes de Valhasco disse, porque não era bem que a sua frota pelejasse com a de Portugal, e do que el-rei respon- deu sobre ello 171
- 281Capitulo CXXXI-A. — Como a frota do Porto chegou a Cascaes, e da maneira que o Mestre lhe mandou que tivessem 174
- 282Capitulo CXXXII. — Como foi sabido por a cidade que
- 283Capitulo CXXXIII.— Como algumas naus pelejaram com
- 284Capitulo CXXXIV. — Como trouveram a el-rei um dos escudeiros que foram presos, e das razoes que hou- ve com elle 184
- 285Capitulo CXXXV. — Como não pelejou mais a frota com a de Castella, e como el-rei mandou combater Almada 186
- 286Capitulo CXXXVI. — Das cousas que passavam os de
- 287Capitulo CXXXVII. — Como os de Almada deram a vil- )a a el-rei de Castella igS
- 288CAPITULO CXXXVIII
- 289Chronica d El- Rei D, João 1
- 290CAPITULO CXXXIX
- 291CAPITULO CXL
- 292Chronica d' El- Rei D. João 1 21
- 293CAPITULO CXLI
- 294CAPITULO CXLII
- 295CAPITULO CXLIII
- 296CAPITULO CXLIV
- 297CAPITULO CXLV
- 298CAPITULO CXLVI
- 299CAPITULO CXLVII
- 300Chronica d' El- Rei D. João I 48
- 301Chronica d El- Rei D. João 1 5i
- 302CAPITULO CXLVIII
- 303CAPITULO CXLIX
- 304Chronica d' El- Rei D. João I 6i
- 305CAPITULO CLI
- 306CAPITULO CLII
- 307CAPITULO GLIII
- 308Chronica d'El-Rei D, João 1 fij
- 309CAPITULO CLIV
- 310CAPITULO CLV
- 311CAPITULO CLVI
- 312CAPITULO CLVII
- 313Chronica d' El- Rei D. João 1 g5
- 314CAPITULO GLVIII
- 315CAPITULO CLX
- 316CAPITULO CLXI
- 317CAPITULO CLXII
- 318CAPITULO GLXIII n)a sétima edade que começou no tempo do Mestre,
- 319CAPITULO CLXIV
- 320CAPITULO GLXV
- 321CAPITULO GLXVI
- 322CAPITULO CLXVII
- 323CAPITULO CLXVIII
- 324CAPITULO CLXIX
- 325CAPITULO CLXXI
- 326CAPITULO CLXXII
- 327CAPITULO CLXXIII — *
- 328CAPITULO CLXXIV
- 329CAPITULO CLXXV
- 330CAPITULO CLXXVI
- 331Chronica dElRei D. João 1 i5i
- 332CAPITULO GLXXVII
- 333CAPITULO CLXXVIII
- 334Chronica dEl-Rci D. João 1 i6r
- 335Chronica d El Rei D. João I i63
- 336CAPITULO CLXXXI
- 337CAPITULO CLXXXII
- 338CAPITULO CLXXXIII
- 339CAPITULO CLXXXIV
- 340CAPITULO CLXXXV
- 341Chronica d' El- Rei D. João I iS5
- 342CAPITULO CLXXXVI
- 343CAPITULO CLXXXVII
- 344CAPITULO CLXXXVIII
- 345Chronica d' El- Rei D. João 1 igg
- 346CAPITULO CLXXXIX
- 347CAPITULO CLXXXX
- 348CAPITULO CLXXXXI
- 349CAPITULO CLXXXXII
- 350CAPITULO CLXXXXIII e ultimo
- 351Fim do terceiro volume e da primkira parte
- 352Capitulo CXXXVIII. — Como foi descoberto ao Mestre o que D. Pedro tinha ordenado, e da maneira que em ello teve 5
- 353Capitulo C.XXXIX. — Como as galés de Castella quize- ram tomar as de Portugal, e do que sobre ello acon- teceu IO
- 354Capitulo CXL. — De algumas cousas que aconteceram
- 355Capitulo CXLI. — Como el-rei enviou cometter avença
- 356Capitulo CXLII. — Como o Mestre determinou com os
- 357Capitulo CXLIII. — Como Nuno Alvares determinou de
- 358Capitulo CXLIV. — Do recado que João Rodrigues de Castanheda mandou a Nuno Alvares, e do que sobre ello aveiu 33
- 359Capitulo CXl.V. — Como Nuno Alvares houve recado que gentes se juntavam pêra o ir buscar, e da ma- neira que em ello teve 36
- 360Capitulo CXLVI. — Como Nuno Alvares poz batalha a Pêro Sarmento e outros capitães, e que não quizerara pelejar com elle 38
- 361Capitulo CXI -VII. — Como Nuno Alvares ordenou de ir a Almada sobre Pêro Sarmento, e do que sobre ello aconteceu 43
- 362Capitulo CXLVIII. — Das tribulações que Lisboa pas- sou por mingoa de mantimentos 5 1
- 363Capitulo CXLIX. — Da pestelença que andava entre os
- 364Capitulo CL. — Das razões que D. Carlos disse a el-rei de Castella, e como el-rei levantou seu arraial e des- cercou a cidade 60
- 365Capitulo CLI. — Como os da cidade ordenaram procis- sãs por darem graças a Deus, e da pregação que fez um frade nella. 65
- 366Capitulo CLII. — Como Nuno Alvares passou a Lisboa
- 367Capitulo CLIII. — Como Nuno Alvares fallou ao Mes- tre e das razões que ambos houveram 75
- 368Capitulo CLIV. — Como os fidalgos e povos fizeram menagens ao Mestre, e dos privilégios que deu á ci- dade 78
- 369Capitulo CLV. — Como el-rei de Castella chegou a San- tarém e ordenou alcaides em alguns logares- 83
- 370Capitulo CLVI. — Como el-rei de Castella partiu pêra
- 371Capitulo CLVII. — Como Nuno Alvares cobrou a villa
- 372Capitulo CLVIII. — Como entregaram o castello a Nu- no Alvares, e se foi Fernão Gonçalves pêra Castella. gS
- 373Capitulo CLIX. — Do nome de algumas pessoas que aju- daram ao Mestre a defender o reino 98
- 374Capitulo CLX. — Dos nomes de alguns fidalgos, assim
- 375Capitulo CLXI. — De alguns fidalgos e cidadãos que aju- daram o Mestre ao defender o reino 107
- 376Capitulo CLXII. — Dos nomes de alguns Jogares que
- 377Capitulo CLXIII. — Da sétima edade que começou no
- 378Capitulo CLXIV. — Como o Mestre foi cobrar Cintra
- 379Capitulo CLXV. — Como o Mestre foi a Almada e co- brou o logar por vontade dos moradores da villa... 118
- 380Capitulo CLXVI. — Como o Mestre partiu d'Almada e
- 381Capitulo CLXVII. — Do combate que deram os do arraial aos da villa, em que foi morto Affonso Anriques e outros I25
- 382Capitulo CLXVIII. — Como o Mestre preitejou com
- 383Capitulo CLXIX. — Como o Mestre partiu de Alemquer
- 384Capitulo CLXX. — Como o mestre de Christus foi ven- cido e levado a Santarém preso i3a
- 385Capitulo CLXXI. — Como Nuno Alvares foi a Elvas
- 386Capitulo CLXXIl. — Como Nuno Alvares foi por cobrar Villa Viçosa e foi morto seu irmão, e a cercou e não pôde tomar 134
- 387Capitulo CLXXIII. — Como os do Porto tomaram o cas-
- 388Capitulo CLXXIV. — Como o Mestre combateu a villa
- 389Capitulo CLXXV. — Que pessoas eram aquellas que
- 390Capitulo CL.XXVI. — Porque modo tinham ordenado
- 391Capitulo CLXXVII. — Como foi descoberta a traição que ao Mestre tinham ordenado e queimado Garcia Gonçalves 1 53.
- 392Capitulo CLXXVIII. — Como o Mestre deu os bens dos
- 393Capitulo CLXXIX. — Como Vasco Pires tomou voz
- 394Capitulo CLXXX. — De como o Mestre partiu de Tor- res Vedras e foi a Leiria, e des-ahi a Coimbra 164
- 395Capitulo CLXXXI. — Como o Mestre chegou a Coim- bra e foi bem recebido de todos os da cidade 167
- 396Capitulo CLXXXII. — Das razões que se faltavam ante que entrassem ás cortes, e nomes d'alguns que a ellas estiveram lyo
- 397Capitulo CLXXXIII. — Como o doutor João das Regras propoz em as cortes mostrando que havia quatro herdeiros do reino lyj
- 398Capitulo CLXXXIV. — Razoes daquelle doutor porque
- 399Capitulo CLXXXV. — Outras razões d'esse mesmo dou- tor porque el-rei nem sua mulher não devem de ser tomados por senhores 18 1
- 400Capitulo CLXXXVI. — Como o doutor mostrou clara- ramente que nunca foi certo que D. Ignez fosse mu- lher de D. Pedro i85
- 401Capitulo CLXXXVII. — Dos impedimentos que o dou-
- 402Capitulo CLXXXVIII. — Da discordança que os fidal- gos e povos haviam entre si sobre a eleição que que- riam fazer ig6
- 403Capitulo CLXXXX. — Do recado que el-rei D. Pedro
- 404Capitulo CLXXXXI. — Como accordaram todos os fidal- gos e povos que alçassem o Mestre de Aviz por rei. 209
- 405Capitulo CLXXXXII. — Das razões que os fidalgos e povos houveram com o Mestre e como foi alçado por rei 212
- 406Capitulo CLXXXXIÍI e ultimo. — Como Nuno Alvares
- 407Chronica de el-rei D
- 408Chronica dE-Rei D. João 1 9
- 409SEGUNDA PARTE DA CHRONICA DEL-REI D. JOÃO O E DOS REIS DE PORTUGAL O DECIMO COMPOSTA POR FERNÃO LOPES
- 410Chronica d E-Rei D. João I 11
- 411Chronica dE-Rei D. João T 27
- 412Chronica d' El-Rei D. João I 43
- 413Chronica d' El-Rei D. João 1 49
- 414Chronica d E-Rei D. João T 5» E ermemememmmaço
- 415Chronica dA El-Rei D. João 1 53
- 416Chronica d' El-Rei D. João 1 6r
- 417Chronica d' El-Rei D. João I 63
- 418CAPITULO XVHUI
- 419Chronica d'E-Rei D. João T 67
- 420Chronica d' El-Rei D. João 1 73
- 421Chronica dE-Rei D. João T 77
- 422Chronica d' El-Rei D. João 1 79
- 423CAPITULO XXIII
- 424CAPITULO XXIV
- 425Chronica d' El-Rei D. João T 89
- 426CAPITULO XXVI
- 427CAPITULO XXVII
- 428CAPITULO XXVIHI
- 429CAPITULO XXIX
- 430CAPITULO XXXIII
- 431Chronica d Ei-Rei D. João 1 121
- 432Chronica d' El-Rei D. João 1 127
- 433CAPITULO XXXVI
- 434CAPITULO XXXVII Das gentes que cada um rei tinha por sua parte.
- 435CAPITULO XXXVI
- 436CAPITULO XXXIX
- 437Chronica d' El-Rei D. João 1 153
- 438Chronica d' El-Rei D. João 1 159
- 439CAPITULO XLII
- 440CAPITULO XLIII
- 441CAPITULO XLIV
- 442CAPITULO XLVI
- 443CAPITULO XLVII
- 444CAPITULO XLVIII
- 445CAPITULO XLIX
- 446Chronica d' El-Rei D. João 1
- 447CAPITULO LVIHI
- 448Chronica d' El-Rei D. João 1 21
- 449CAPITULO LXIII
- 450CAPITULO LXIV Como el-rei poz arraial sobre Chaves.
- 451CAPITULO LXVI
- 452CAPITULO LXVIH
- 453CAPITULO LXVII
- 454CAPITULO LXIX
- 455CAPITULO LXXI
- 456CAPITULO LXXII
- 457CAPITULO LXXIII
- 458CAPITULO LXXV
- 459CAPITULO LXXVI
- 460CAPITULO LXXVII
- 461Chronica d El-Rei:D. João 1 75 poa nsGSeCCesgRaS”* Cesfaç aa rereeeereremenenreme dora ond Sedan
- 462Chronica d'El'Rei D. João T 77
- 463CAPITULO LXXVII
- 464CAPITULO LXXIX
- 465CAPITULO LXXX “48
- 466Chronica d' El-Rei D. João T 65
- 467CAPITULO LXXXI
- 468CAPITULO LXXXI
- 469CAPITULO LXXXII
- 470CAPITULO LXXXIV
- 471CAPITULO LXXXV
- 472CAPITULO LXXXVI
- 473CAPITULO LXXXVII
- 474CAPITULO LXXXVIH
- 475Chronica dº El-Rei D. João 1 107
- 476CAPITULO LXXXIX
- 477Chronica d El.Rei D. João T 113
- 478CAPITULO XCHI
- 479Chronica d' El-Rei D. João 1 Upa
- 480CAPITULO XCIV
- 481Chronica d' El-Rei D. João 1 16h4
- 482CAPITULO XCVI |
- 483CAPITULO XCVII
- 484CAPITULO XCVII
- 485Chronica d' El-Rei D. João T 129
- 486CAPITULO XCIX
- 487Chronica d' El-Rei D. João 1 139
- 488CAPITULO CI |
- 489CAPITULO CIV |
- 490Chronica d' El-Rei D. João 1 147
- 491CAPITULO CVIH
- 492Chronica d' El-Rei D. João 1 149
- 493CAPITULO CVII
- 494Chronica d' El-Rei D. João T Ao do q
- 495Chronica d' El-Rei D. João T 163
- 496CAPITULO CXI “D'alguns que correram pontas em aquelile logar.
- 497CAPITULO CXII
- 498CAPITULO CXIV
- 499Chronica d' El-Rei D. João 1 I7I
- 500CAPITULO CXVI
- 501CAPITULO CXVII
- 502CAPITULO CXVIN
- 503CAPITULO CxIX
- 504CapituLo LXXXV. — Das razões que disseram ao E a asroutros dois embaixadoreésrs. -m ii mleç asa sesiaro CarituLo LXXXVI. — Como o duque deu sua res- posta a estas cousas e os embaixadores dis-
- 505CAPITULO CXXIH
- 506CAPITULO CXXII
- 507CAPITULO CXXIV
- 508CAPITULO CXXV Do theor da primeira leitra que na Sé foi publicada
- 509CAPITULO CXXVI
- 510Chronica d' El-Rei D. João 1 27
- 511CAPITULO CXXVII
- 512CAPITULO CXXVIII
- 513Chronica d El-Rei D. dodo si 31
- 514CAPITULO CXXIX
- 515CAPITULO CXXX
- 516CAPITULO CXXXI
- 517CAPITULO CXXXII
- 518CAPITULO CXXXIIN
- 519CAPITULO CXXXIV
- 520CAPITULO CXXXV
- 521CAPITULO CXXXVI
- 522CAPITULO CXXXVII
- 523CAPITULO CXXXVIII Como el-rei cobrou o logar por preitezia
- 524CAPITULO CXXXIX
- 525CAPITULO CXL Como el-rei cercou Tuy e o tomou por preitezia.
- 526CAPITULO CXLI
- 527CAPITULO CXLII
- 528Chronica d' El-Rei D. João 1 69
- 529CAPITULO CXLIV
- 530Chronica d' El-Rei D. João 1 71
- 531Chronica d' El-Rei D. João 1 75
- 532CAPITULO CXLV
- 533CAPITULO CXLVI
- 534CAPITULO CXLVI
- 535CAPITULO CXLVHI
- 536CAPITULO CXLIX
- 537Chronica d' El-Rei D. João 1 101
- 538CAPITULO CLHI
- 539Chronica dº El-Rei D. João 1 105
- 540CAPITULO CLIV
- 541Chronica d' El-Rei D. João 1 109
- 542CAPITULO. CLV
- 543CAPITULO CLVI
- 544Chronica d' El-Rei D. João I go do
- 545CAPITULO CLVI
- 546Chronica d' El-Rei D. João I ZE:
- 547CAPITULO CLVIII
- 548CAPITULO CLIX
- 549CAPITULO CLXI
- 550CAPITULO CLXII
- 551Chronica d' El-Rei D. João I 133
- 552CAPITULO CLXII
- 553Chronica d'Ei-Rei D. João 1 TAS
- 554CAPITULO CLXIV
- 555CAPITULO CLXV
- 556CAPITULO CLXVI
- 557CAPITULO CLXVII
- 558CAPITULO CLXVIH
- 559Chronica d' El-Rei D. João 1 753
- 560CapituLo CXXXII. — De uma entrada que os inimigos fizeram em Portugal e do roubo que levaram d'elle 38
- 561CAPITULO CLXIX
- 562Chronica d' El-Rei D. João 1 7
- 563CAPITULO CLXX
- 564CAPITULO CLXXI
- 565CAPITULO CLXXII
- 566CAPITULO CLXXIIN
- 567Chronica d' El-Rei D. João 1 I9
- 568CAPITULO CLXXIV
- 569CAPITULO CLXXV.
- 570Chronica d' El-Rei D. João 1 29
- 571Chronica d' El-Rei D. João 1 31
- 572CAPITULO CLXXVI
- 573CAPITULO CLXXVII |
- 574CAPITULO CLXXVIII
- 575CAPITULO CLXXIX
- 576CAPITULO CLXXX 4
- 577Chronica d'El- Rei D. João 1 49
- 578CAPITULO CLXXXI
- 579CAPITULO CLXXXII
- 580CAPITULO CLXXXIII
- 581Chronica d' El-Rei D. João 1 57
- 582CAPITULO CLXXXIV
- 583CAPITULO CLXXXV
- 584CAPITULO CLXXXVI
- 585CAPITULO CLXXXVII
- 586CAPITULO CLXXXVII
- 587CAPITULO CLXXXIX
- 588Chronica d'El-Rei D. do 1 71
- 589CAPITULO CXCI
- 590Chronica d' El-Rei D. João T 79
- 591CAPITULO CXCII
- 592Chronica d' El-Rei D. João 1 67
- 593CAPITULO CXCII
- 594Chronica d'El.Rei D. João 1 97
- 595CAPITULO CXCV
- 596Chronica d' El-Rei D. João 1 103
- 597CAPITULO CXCGVI
- 598CAPITULO CXCVIH
- 599Chronica d'El. Rei D. João 1 113
- 600CAPITULO CXCVIII
- 601CAPITULO CXCIX
- 602CAPITULO CCII q
- 603Chronica dEl-Re: D. João 1 133
- 604CAPITULO CcrI
- 605CAPITULO CCIv
- 606Chronica d' El-Rei D. João T 143
- 607FIM DA SEGUNDA PARTE
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