Portuguese Edition
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Peregrinação
Portuguese BooksWhale Edition by Fernão Mendes Pinto
O relato extraordinário de viagens, naufrágios, guerras e encontros no Oriente português.
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Book introduction
Peregrinação
Peregrinação acompanha deslocamentos por mares, portos e cortes da Ásia, misturando memória, aventura, crítica e espanto diante do mundo. A obra de Fernão Mendes Pinto é uma das grandes narrativas portuguesas de viagem e expansão marítima.
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Peregrinação
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II. NOSSO SENHOR DO PROVEDOR E IR n-aos da admiração dacafa pia das pemtentes rfco Iludas deita cidade de Lixboa.
Erna"o Mendez Pinto natural defte Revnrv U**,* a
engenho&felicememona)ercreueohuSodTn?- V'"° recupilou as coufas mais no taueis cafe éft Inhn, " 7 ^
fez nas partes do Oriente correndo rm «f. ■ F srmaÇao ^ue as andou,a_s Prouincías & Reynos daqúeí ^ nTCTo aT,?"* "^ cular deuaçao que teue em vida a landa cafa de peni tencia £ft Ç j a pa"" g« eftáo recolhidas asmolhere »saeDeo.dan»K^dt '^ lhe doou por morte efte largo Itinerário de feus trabXT r V,c,a;
teffes da impreftaô delles foi hum pequena fobfid o de <ET TOíTi ' i como voíTa Mageftade he proteétor da ditaca a & a liSn^af ^^
£ tf" VnârÍâ & 3PraíIud ^ ™'« n°«cil das coui d'?o ^
vofla Mageftade tem tanta parte. Eíabendoel Reyaueí 2 ' eM3ue' nao Mendez ttataua de ordenar efta hirtor!? Lft X T ' Pom <3ue Fer' «ceonos pois temos a nofta «2.1^2X^1^^ ob«>P- era antes obrigação nofta, que atreuirTn o oflW huZ ""^ V Mageftade efte huro pêra que debaixo da Real ZZ - J i m?K a voffa de podefle entrar & 4 dl maôs do? qufo fclemtj0^ ^^ & fenfuras que faltandolhe efteamparo Lera S kSE^T °S rifc°S « por Iargosannos a Cathohca & Real peffo, d ™f£ m?1h °r ProíPe" boaaaâ, deFeuereiro.de l6K*ealPelloade vofla Mageftade. De L.s,
Preview chapterAO LEITOR,Preview
ftS
-, Ntre t, PorttMefes auepafarSea Indk emfeu iefcohrimm» è dcftoh Mk,heitg-
ii... <^ J -J 1 J ■ *-. -:-.. nf^J** vivitn. autor deite IturO
niífmo de loLr& perpetua memoria Fernão UUendez Pinto, autor d^elmro (nattiraldavHla de Montemor ovelho>mmto conhecido por nobre & de jwgularen- \enho,mermna,& verdade) o qualcom muitagloúa& honrado nome & nacao Portumeza,a cuíla do Cangue que muitas vezes derramou peleijando pellafe com os j mímLs delia, padecendo os trabalhos &nfiosdapropriavida,quefempreo acom- panhara na larga pengrinafao que fe^por todosos Remos &J"™™"^"M^TST™£ Ctal alcançou a notíadeJfas notaueis&fegredos nunca defcukrtos por outro algu hijlorudor Tsw*esa?orafe communicamao mundo neftabreue hiflonaque efcreueoemeflúlotam vano,queu alalmentefepodemrecrear,&aproueitarcom a licaodella oscunofosquealerem, porque aindaquc Ldecoufas Lto nouas & peregrinas, deuemfer cridas, aJJJpellas refinr&affirmar ^A^Jc tamconhecida verdade,queas mo, apalpou comas mãos ejcreueo comapena, nenhua delias chegue aovoder&iurdichqueocriadordetudodeuanature^aparaobraremqualquerparte lhofas,comquecaadmnosdanoticiadeoutrastaonouasqueparecequeyxcedem,po^ dêeo?hikfopho,fendoaartetampoderofa& milagrofa nas obras que faz,, quando mais fiT^e che-
ZLimitiL^ L
efteliuroqueefcreueonavidaparafeefiampardeflots da morte, porque os Portuguefes, fi*&f«" -f
fempre,maisafeiCoadosatrabalhar&merecer,queapublicarfuasobm & quanto mais difto teue Fernão Mendez nojfo natural, tanto maior obrigaçaofca aos que na lição defie feu huro o tratarem, deeftimar fua memoria, & defender efe feuretrato de quem o qmfer manchar, negando, oudumdm- dãascoufasque nelle dtz,,com averdade que fempre guardo* áfalouem tudo.
Foi
Table of contents
Inside this edition
- 01Full text
- 02LIVRO A EL RE Y DOM PHILIP PE
- 03AO LEITOR,
- 04PEREGRINAÇÃO DE
- 05FERNÃO MENDEZ PINTO.
- 06QATITVLO I.
- 07CAT. Ill
- 08de Gtlejtor*
- 09ORNAD OS nos
- 10De hum motim que ouue neBa ci- dade: ç> da caufa* &> dojucccjjò delk, e> porque via eu fuy da - qui leuaào pêra Ormu^.
- 11CAT. Vil
- 12Do que faffej depois que me em- barquey em Ormu^ ate che» ' gar a fndia.
- 13de arreceyo que j>or noíTos pecca- fizera em nos liurar de tamanho pe-
- 14da parte do fenhor Viforrey,que por
- 15Do que maisfocedeo ate o outri
- 16partio para Goa.
- 17de ontem morrerão, fera coufx im- de tudo o que nefte caio mais foce-
- 18CJT. XV III
- 19de Quedaria coíla da terra fir*
- 20de Faria lhe mandaua^
- 21do q pajfej com eíles.
- 22Do que mais mefocedeo com eUe mercador Mouro;
- 23da cruel justiça que fefe^
- 24CAT. XXVllL
- 25de como a %aynhajoy a
- 26CJT. XXXllL
- 27CAT>. XXXI III
- 28IAV. XXXV.
- 29CAT. XXXV 11
- 30Do que púfpimos os três compa- nhejros de) pois. que nos mete- mos pelo mato dentro.
- 31QÂ<P. XXXV III.
- 32de Faria Jabida a noua da nof>
- 33' ÇAT. XXXX.
- 34CAT. XX XXII.
- 35Do caminho que António de Fa- ria fez indo demandar a ilha de A imo, &■ do que lhe aconteceo nelle.
- 36QAT. XX XXI 11
- 37de Maluco^ qual eftando húa noite -a fçra -outros quarenta moços^ & de
- 38CAT. XXXXUU.*1*****
- 39Do que hum mercador aquy dijje
- 40CA 9. XXXXVIL
- 41de Tdaumera, vieraoa cafo ter
- 42CAT. XXXXVLll
- 43de fe auiar, fe ajuntarão todos, & lhe terminação, & tedoapor verdadey-
- 44do junco & do quepaf- fou com elle.
- 451 Ê"^?1 P^° ^U 5e0S ^UC ^eS Va'
- 46QAT. Ull
- 47ESÈSÉí*
- 48de Malaca,de Qunda,de Sião, Ôc de Patane, a qual toda na- quelle tempo aly cn- ftumaua de vir inuernar.
- 49CAT. LFl.
- 50CAT. LVll
- 51QAT. IV III
- 52Do que António de Faria fe^em Lailooy ondefe apercebeo para jr pelejar com Coja Acem.
- 53ÇAT. LXII/1,
- 54ÇAT. LXVL
- 55de pinho, & louro, 5c canas verdes, có muytos arcos cubertos de ginjas, peras, limões, ôc laranjas, ôc de outra
- 56Teres CAT. LXVIIII.
- 57de Liampoo em bufca da ilha
- 58de (^alempluj.
- 59A » YmskJ^SUKL
- 60CJT. LXXll
- 61da jua viagem.
- 62QAT>. LXXIII.
- 63QAT, LXXI11L
- 64de húa
- 65de húa adaga que tinha na cinca, o fós as lagrimas eraõ as que fallauaó,
- 66QAT. LXXV.
- 67CAT. LXXVll
- 68QAT>. LXXVUL
- 69ÇAT. LX$XL
- 70CAT. LXXXll.
- 71QAT. LXXXIÍL
- 72QAT. LXXXIltl
- 73CAT. LXXXVL
- 74do de enfermaria, onde jazião muv-
- 75de Deos com muyta caridáde,& pro*
- 76do a lua pnmeyra ienteça remeterão
- 77CAT. LXXXVlll
- 78CAT. LXXXVllll
- 79de prata muyto grandes Ôc ricas,que * por muyto grande Jhóra, ôc o trazem
- 80QA<P. X(JU....
- 81QAT. X(JU.
- 82de bua cidade queje de^ja
- 83CAT. XQVlll
- 84De outras muytas diuerfidades de
- 85CAT. XCIX.
- 86CAT. ClL
- 87De algua pequena informação de- ita cidade ao Tequim onde o %ey da (Jhina rejide dajjento.
- 88CJT. CVLll.
- 89da Tartaria*
- 90Do terceiro edifício que aquy
- 91QâT. CXIL
- 92CJT. ÇXUL
- 93Da maneyra quefe tem para auer
- 94CAT. Ç2.VL
- 95do feja o dulcifsimo nome de no]
- 96de tanto tempo & em tamanho de
- 97de meu Deos pofto na Cruz. Quãd
- 98IAT. CXFIL
- 99QAT. CXVllL
- 100Do affalto q o < 3\(auticor de Lan*
- 101CA<P.:CXl%-
- 102CAT. ÇXX.
- 103QAT. CXXI.
- 104Da maneyra que o Mitaquer nos
- 105CAT. CXXIL
- 106CAT. ÇXXLll
- 107do que pãff amos com ellè.
- 108CJ$. CXXFL
- 109CA9. ÇXXVlll.
- 110do Cauchim, q recebeo eíte feu en
- 111CAT. ÇXX1X.
- 112CA?. tXXX.
- 113ÇAT. CXXXÍ-
- 114CAT. ÇXXXUL
- 115CAT. CX XXII II.
- 116Da honra que o 3\(autaquim fe^
- 117do que dahjfocedeo.
- 118CAT. (XXXVL
- 119CA?. tXXXVUL
- 120CAT. QXXXlX.
- 121QAT. CXXXX.
- 122CAT. QXLl
- 123CAV. ÇXLll.
- 124da repofta que trouxe
- 125CA9. CXL11L
- 126CAT. CXLV.
- 127%J<P. CLXVÍ;
- 128CA9. (XLVIL
- 129CAT. CLXVllL
- 130CAT. CXUX.fô
- 131do determinar nacauía porque eli
- 132CJ<P. QUl
- 133CAT. CLlllL
- 134do qual te pêçó ôc togo que me não tregoas em quanto ãndafíe neftes co-
- 135CAT. (LVl.
- 136CAV. &vlL
- 137C.AT. tLV III.
- 138de veados ôc porcos montefes-outros dos os mortos. A qual feita vimos a-
- 139CJT. (LXL
- 140De hm penitentes cjue vimos en- cima na ferra de ík pagode, & da vida quefazgm.
- 141da penitencia, & quaíi que na vari
- 142parte cos Abexins da Etiópia no re
- 143de galinha. E outros comem poft
- 144de fangue coalhado das fangrias d<
- 145da feita de hum que fe chamaua Ge
- 146Do que mais paffamos „ •£>■ vimos
- 147QAT. QLXlll
- 148CAT>. ÇLXlllL
- 149CAT. (-LXV.
- 150de de gentes c> nações que
- 151QAT. CLXVll
- 152C AV. CLXVUL
- 153CA 9. (ZXIX.
- 154Da manejraque efte 'RpoKmfoy leuado a ilha de Mounay, c> me-. tido nella de pojfe do feufu- premo pontificado.
- 155do o efpaço q ha da cidade até a ilha
- 156de ramos com muytas fruirás, ôc d
- 157de fazer milhor, para lhe fer outòi
- 158CJT. CLXX.
- 159de Fora,& não oufando de nos deícu brirmos, nos embrenhamos aquelh dia nua terra alagadiça em que auii
- 160CAT. ÇLXXII.
- 161CAT. CLXXlll.
- 162CAT. CLXXIUI.
- 163CAT. CLXXV.
- 164CAT. (_LXXVl.
- 165CJT. CLXXll
- 166CAT. (LXXVllI.
- 167CAT. CLXXIX.
- 168partirmos para o porto da ^unda,
- 169QAT. CLXXXV.
- 170CAT. ILXXXVL
- 171de bum aleuantamento qneome-
- 172IA<P. QLXXX1X.
- 173QAT. l*Cl.
- 174Do mais que ptiffòu nefle cafo de *jDkgo Soare^
- 175parte. E em todo efte defpojo fe não
- 176do cBramaa veyofobre eÚe com hu
- 177do mq-
- 178do motim efcolheraõ também logo que daquy refultou chegou a tanto>
- 179da fua
- 180CAT. ÇXQVl
- 181CAT. CXCF1II.
- 182de fenhoras, em q ouue muitas dadi- cuydado delia a foy bufcar ao lu<rar
- 183Do que fe^ o príncipe Jiího dei!í^>, tendo nouas da morte defeupay.
- 184Partidos
- 185da tua
- 186da tua fagrada paixão que nos naõ Pater nofter,& huâ Aue Maria pela'
- 187CAT. Cd IH
- 188CAT. CCXll.
- 189Da maneyra. de que foy enterrada efie defumo& traído a Mm
- 190QAT. iCXVll
- 191CAT. (JCXX.
- 192QA<P. CCXXl
- 193QAT. CCXXlll
- 194QAT. CCXXFI-
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