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Letteratura
Rimas
Edizione BooksWhale in portoghese di Luís de Camões
A lírica de Camões em sonetos, canções e redondilhas sobre amor, fortuna, tempo e desengano.
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Introduzione al libro
Rimas
Rimas reúne a poesia lírica de Camões para além da epopeia. O livro apresenta amor, ausência, mudança, destino, memória e pensamento moral em formas poéticas que marcaram profundamente a língua portuguesa.
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Luís de Camões morreu em 1580, e as Rimas foram publicadas em 1595. Essas datas sustentam o domínio público do texto português.
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Rimas
Luís de Camões
Capitolo in anteprimaPREFAÇÃO.Anteprima
Os que são versados na historia terão feito esta observação, que em todos os povos que no mundo tem figurado, as armas precedêrão sempre ás letras. Para haver Homeros, necessario foi que houvesse primeiro Achilles. O amor da patria e da liberdade, e aquelle innato desejo, que mais ou menos violento segundo as diversas indoles, arde no coração de todo homem, de se elevar acima de seus iguaes por meio de acções grandiosas e sublimes, excitárão as almas nobres a tentar grandes empresas; e as façanhas dos heroes impellirão depois os bons engenhos a transmitti-las aos vindouros, elegantemente escrevendo em prosa ou verso. E nunca vimos que prosperassem muito as letras n'um povo indigno de historia. Assim que bem se póde dizer que sempre a penna dos Escritores foi aparada pela espada dos Guerreiros:
testimunhas Grecia e Roma.
Portugal, des de o berço educado para as armas e endurecido na guerra, a todas as nações modernas se avantajou em gloria militar. Com poucas forças e meios não somente sustentou longas e terriveis guerras, mas não contente de reconquistar e manter gloriosamente a sua independencia, emprehendeo mores cousas: devassou mares virgens, descobrio novas regiões, venceo e sujeitou a seu jugo muitos e mui poderosos Reis e povos; e tendo estendido o seu imperio até aos ultimos confins da terra, excitando a admiração das gentes com nunca vistos prodigios de industria, de valor, e de constancia por espaço de quasi cinco seculos, longo tempo se manteve no apice da grandeza e gloria humana: até que o ultimo Henrique, dessemelhante em tudo do primeiro, preparada ja nos dous antecedentes reinados a encosta por onde a illustre nação devia descer da altura a que subira; reunindo em si o Bago e o Sceptro e manchando as mãos sagradas nas cousas temporaes, a despenhou
no abysmo, donde até hoje não ha podido mais levantar-se.
Tendo, pois, florescido tanto nas armas, razão era que florescesse tambem nas letras. E com effeito, despertados os engenhos com o estrondo dos feitos militares, um pouco mais tarde começárão ellas de nascer, e achando o chão propicio, pouco a pouco se forão arraigando de maneira, que ja no decimo terceiro seculo, reinando ElRei Dom Denis, desabrochárão suas primeiras flores; tendo aquelle grande Rei a gloria de lhes haver dado o primeiro impulso, escrevendo elle mesmo com summa elegancia para o tempo algumas obras, como um Tratado entitulado _Dos principaes deveres da Milicia_, e dous Cancioneiros, um dos quaes appareceo em Roma, reinando em Portugal João III. E no decimo quarto produzírão ja um tão sazonado fructo, como o Amadis de Gaula, obra de Vasco de Lobeira, que traduzida por Bernardo Tasso, pae do Epico Italiano, tamanho brado deo na Italia, e da qual o mesmo Epico diz (Defens. di Goffredo): _Per giudizio di molti e mio particularmente è la più bella che si legga fra quelle di queste genere.... Perche nell'affetto e nei costumi se lascia addietro tutte l'altre, e nella varietá de gli accidenti non cede ad alcuna, che dapoi nè daprima fosse stato scritta._ E como tal a exceptuou Miguel de Cervantes na revista que fez o Cura dos livros de Dom Quixote, dizendo: _Este livro fué el primero de Caballarías que se escrevió en España, y todos los demas han tenido principio y origen deste.... Es el mijor de todos los que deste genero se
han compuesto._
No decimo quarto se escreveo a Chronica do Condestavel e grande capitão Dom Nuno Alvares Pereira (primeiro ensaio historico de que temos
noticia) que se imprimio em Lisboa em 1520.
No decimo quinto escreveo ElRei Dom Duarte _O Leal Conselheiro_, que se conserva na bibliotheca Real de París, e dous tratados entitulados, um _Da Misericordia_, outro _Do Regimento da justiça e Officiaes della etc_. Seu irmão o Infante Dom Pedro, Duque de Coimbra, que veio a ser depois Regente do Reino durante a menoridade de Affonso 5.º, tambem escreveo algumas obras politicas e moraes em prosa e verso, algumas das quaes se imprimírão em Leiria 6 annos depois da invenção da imprensa, e traduzio do Latim e dedicou a seu irmão Dom Duarte _Cicero de Officiis_, e _Vegetius de re militari_. Ayres Telles de Menezes, que por esse mesmo tempo floresceo, foi elegante poeta; e delle nos conservou Rezende no seu Cancioneiro algumas poesias; e para que se veja a que estado de cultura e perfeição havia ja então chegado a nossa bella lingua, transcreveremos aqui a seguinte
Capitolo in anteprimaSONETOAnteprima
Quando de minhas mágoas a comprida
Maginação os olhos me adormece,
Em sonhos aquella alma me apparece,
Que para mim foi sonho nesta vida.
Lá n'uma soidade, onde estendida
A vista pelo campo desfallece,
Corro apos ella; e ella então parece
Que de mim mais se alonga, compellida.
Brado: Não me fujais, sombra benina.
Ella, os olhos em mim co'um brando pejo
Como quem diz que ja não pode ser,
Torna a fugir-me: tórno a bradar: _Dina_...
E antes que diga _mene_, acordo, e vejo
Que nem um breve engano posso ter.
Diante deste desapparece toda a caterva de Sonetos que tem inundado Italia e Hespanha. Impossivel parece que com palavras tão vulgares se podesse pintar tão bella imagem, exprimir tal sentimento. Da outra banda do Lethes, confinando com os Elysios, descortinou a imaginação de Virgilio umas dilatadas campinas, a que na sua Lingua Latina chamou _Lugentes campi_, que o nosso Franco Barreto traduzio: _Campos sem luz_, e nós diremos: _Campos da Saudade_. Nestes campos e pela mesma Saudade parece que foi ditado este maravilhoso Soneto, que em nossa fraca opinião inda não foi igualado, nem
será nunca excedido. E como este puderamos citar muitos.
Nas Canções deixou a perder de vista a Petrarca, Bembo, e a quantos a este genero de composição se tem dado: o que melhor poderá ver quem
quizer comparar umas com outras.
Nas Odes, como em todo outro genero de poesia, todos sabem que ha diversos estilos para os diversos assumptos. O que a cada um destes convem, a mesma natureza delle o indica; e tanto erraria o que descrevesse um prado florido, um ribeiro socegado, as graças de uma pastora, ou Diana exercendo as dansas e choreas de suas nymphas pelos cabeços do monte Cynthio, no mesmo estilo em que se deve descrever o mar impetuoso, o combate dos Athletas, ou Jove fulminando os gigantes, como vice versa. Pindaro, Anacreonte, e Horacio são os tres poetas que neste genero se nos propõe por modelos. Mas que differença de estilo entre Horacio, Anacreonte, e Pindaro! Certamente não he menor que a que vai do bucolico ao lyrico, ou do lyrico ao epico. O nosso Camões, profundo conhecedor da natureza, e mestre em todos os estilos, habilmente soube escolher aquelle que mais convinha ás materias que tratava, sempre natural e facil, sempre elegante e florido, e muitas vezes sublime. E as suas Odes, ainda que não tenhão o requisito, que hoje se tem por essencial, de serem inintelligiveis, são pelos entendedores summamente louvadas, e até não falta quem as prefira ás Canções; mas desta opinião não somos, ainda que pensamos com Faria e Sousa, que a 4.ª, 6.ª, 9.ª e 10.ª tarde serão excedidas; e o mesmo diriamos da 1.ª se não andára
viciada.
No estilo bucolico, de que o poeta parece mais se aprazia, e em que des de a puericia exerceo a sua Musa, he onde alguns lhe querem negar a palma, para a concederem a Bernardes. Verdade he que Bernardes, depois da morte de Camões, appareceo em publico mui bem ataviado; mas os que lhe conhecião os cabedaes, admirados de o verem tão ricamente vestido, logo disserão uns para os outros: _Donde vem a Pedro fallar gallego?_ e Manoel de Faria e Sousa o chamou a juizo, e convencendo-o de furto, o condemnou a despir na praça e restituir a seu dono parte dos vestidos roubados; sendo justo e de razão que quem o alheio veste, na praça o dispa. Mas deixando a Bernardes para outro processo, que intentamos fazer-lhe sobre estes mesmos roubos, passemos a examinar se he ou não exacto o juizo, que Luis de Camões se não mostrára tão grande poeta no genero pastoril, como no lyrico e heroico.
Indice
In questa edizione
- 01Full text
- 02PREFAÇÃO.
- 03SONETO
- 04AGRARIO.
- 05ALICUTO.
- 06AGRARIO.
- 07ALICUTO.
- 08AGRARIO.
- 09ALICUTO.
- 10AGRARIO.
- 11ALICUTO.
- 12AGRARIO.
- 13ALICUTO.
- 14AGRARIO.
- 15ALICUTO.
- 16parte da prophecia do fundador da monarchia: resta cumprir-se a segunda;
- 17VIDA DE LUIS DE CAMÕES.
- 18Livre desta prisão, ainda que de seus serviços não tirava senão
- 19AQUI JAZ LUIS DE CAMÕES,
- 20PRINCIPE
- 21DOS POETAS DE SEU TEMPO.
- 22VIVEO POBRE E MISERAVELMENTE,
- 23E ASSI MORREO
- 24ANNO DE MDLXXIX.
- 25ESTA CAMPA LHE MANDOU AQUI PÔR
- 26DOM GONÇALO COUTINHO, NA QUAL SE
- 27NÃO ENTERRARÁ PESSOA ALGUMA.
- 28RIMAS.
- 29RIMAS.
- 30SONETOS.
- 31I.
- 32II.
- 33III.
- 34IV.
- 35V.
- 36VI.
- 37VII.
- 38VIII.
- 39IX.
- 40X.
- 41XI.
- 42XII.
- 43XIII.
- 44XIV.
- 45XV.
- 46XVI.
- 47XVII.
- 48XVIII.
- 49XIX.
- 50XX.
- 51XXI.
- 52XXII.
- 53XXIII.
- 54XXIV.
- 55XXV.
- 56XXVI.
- 57XXVII.
- 58XXVIII.
- 59XXIX.
- 60XXX.
- 61XXXI.
- 62XXXII.
- 63XXXIII.
- 64XXXIV.
- 65XXXV.
- 66XXXVI.
- 67XXXVII.
- 68XXXVIII.
- 69XXXIX.
- 70XLII.
- 71XLIII.
- 72XLIV.
- 73XLVI.
- 74XLVII.
- 75XLVIII.
- 76XLIX.
- 77LIII.
- 78LVII.
- 79LVIII.
- 80LXII.
- 81LXIII.
- 82LXIV.
- 83LXVI.
- 84LXVII.
- 85LXVIII.
- 86LXIX.
- 87LXXI.
- 88LXXII.
- 89LXXIII.
- 90LXXIV.
- 91LXXV.
- 92LXXVI.
- 93LXXVII.
- 94LXXVIII.
- 95LXXIX.
- 96LXXX.
- 97LXXXI.
- 98LXXXII.
- 99LXXXIII.
- 100LXXXIV.
- 101LXXXV.
- 102LXXXVI.
- 103LXXXVII.
- 104LXXXVIII.
- 105LXXXIX.
- 106XCII.
- 107XCIII.
- 108XCIV.
- 109XCVI.
- 110XCVII.
- 111XCVIII.
- 112XCIX.
- 113CIII.
- 114CVII.
- 115CVIII.
- 116CXII.
- 117CXIII.
- 118CXIV.
- 119CXVI.
- 120CXVII.
- 121CXVIII.
- 122CXIX.
- 123CXXI.
- 124CXXII.
- 125CXXIII.
- 126CXXIV.
- 127CXXV.
- 128CXXVI.
- 129CXXVII.
- 130CXXVIII.
- 131CXXIX.
- 132CXXX.
- 133CXXXI.
- 134CXXXII.
- 135CXXXIII.
- 136CXXXIV.
- 137CXXXV.
- 138CXXXVI
- 139CXXXVII.
- 140CXXXVIII.
- 141CXXXIX.
- 142CXLI.
- 143CXLII.
- 144CXLIII.
- 145CXLIV
- 146CXLV
- 147CXLVI.
- 148CXLVII.
- 149CXLVIII.
- 150CXLIX.
- 151CLII.
- 152CLIII.
- 153CLIV.
- 154CLVI.
- 155CLVII.
- 156CLVIII.
- 157CLIX.
- 158CLXI.
- 159CLXII.
- 160CLXIII.
- 161CLXIV.
- 162CLXV.
- 163CLXVI.
- 164CLXVII.
- 165CLXVIII.
- 166CLXIX.
- 167CLXX.
- 168CLXXI.
- 169CLXXII.
- 170CLXXIII.
- 171CLXXIV.
- 172CLXXV.
- 173CLXXVI.
- 174CLXXVII.
- 175CLXXVIII
- 176CLXXIX
- 177CLXXX.
- 178CLXXXI.
- 179CLXXXII.
- 180CLXXXIII.
- 181CLXXXIV.
- 182CLXXXV.
- 183CLXXXVI.
- 184CLXXXVII.
- 185CLXXXVIII.
- 186CLXXXIX.
- 187CXCI.
- 188CXCII.
- 189CXCIII.
- 190CXCIV.
- 191CXCV.
- 192CXCVI.
- 193CXCVII.
- 194CXCVIII.
- 195CXCIX.
- 196CCII.
- 197CCIII.
- 198CCIV.
- 199CCVI.
- 200CCVII.
- 201CCVIII.
- 202CCIX.
- 203CCXI.
- 204CCXII.
- 205CCXIII.
- 206CCXIV.
- 207CCXV.
- 208CCXVI.
- 209CCXVII.
- 210CCXVIII.
- 211CCXIX.
- 212CCXX.
- 213CCXXI.
- 214CCXXII.
- 215CCXXIII.
- 216CCXXIV.
- 217CCXXV.
- 218CCXXVI.
- 219CCXXVII.
- 220CCXXVIII.
- 221CCXXIX.
- 222CCXXX.
- 223CCXXXI.
- 224CCXXXII.
- 225CCXXXIII.
- 226CCXXXIV.
- 227CCXXXV.
- 228CCXXXVI.
- 229CCXXXVII.
- 230CCXXXVIII.
- 231CCXXXIX.
- 232CCXL.
- 233CCXLI.
- 234CCXLII.
- 235CCXLIII.
- 236CCXLIV.
- 237CCXLV.
- 238CCXLVI.
- 239CCXLVII.
- 240CCXLVIII.
- 241CCXLIX.
- 242CCLI.
- 243CCLII.
- 244CCLIII.
- 245CCLIV.
- 246CCLV.
- 247CCLVI.
- 248CCLVII.
- 249CCLVIII.
- 250CCLIX.
- 251CCLX.
- 252CCLXI.
- 253CCLXII.
- 254CCLXIII.
- 255CCLXIV.
- 256CCLXV.
- 257CCLXVI.
- 258CCLXVII.
- 259CCLXVIII.
- 260CCLXIX.
- 261CCLXX.
- 262CCLXXI.
- 263CCLXXII.
- 264CCLXXIII.
- 265CCLXXIV.
- 266CCLXXV.
- 267CCLXXVI.
- 268CCLXXVII.
- 269CCLXXVIII.
- 270CCLXXIX.
- 271CCLXXX.
- 272CCLXXXI.
- 273CCLXXXII.
- 274CCLXXXIII.
- 275CCLXXXIV.
- 276CCLXXXV.
- 277CCLXXXVI.
- 278ECLOGAS
- 279ECLOGA I.
- 280INTERLOCUTORES.
- 281UMBRANO, FRONDELIO, AONIA.
- 282FRONDELIO.
- 283UMBRANO.
- 284FRONDELIO.
- 285UMBRANO.
- 286FRONDELIO.
- 287UMBRANO.
- 288FRONDELIO.
- 289UMBRANO.
- 290FRONDELIO.
- 291UMBRANO.
- 292FRONDELIO.
- 293UMBRANO.
- 294FRONDELIO.
- 295AONIA.
- 296ECLOGA II.
- 297INTERLOCUTORES.
- 298ALMENO e AGRARIO.
- 299AGRARIO.
- 300ALMENO.
- 301AGRARIO.
- 302ALMENO.
- 303AGRARIO.
- 304ALMENO.
- 305AGRARIO.
- 306ALMENO.
- 307AGRARIO.
- 308ALMENO.
- 309AGRARIO.
- 310ALMENO.
- 311ECLOGA III.
- 312INTERLOCUTORES.
- 313ALMENO e BELISA.
- 314BELISA.
- 315ALMENO.
- 316BELISA.
- 317ALMENO.
- 318BELISA.
- 319ALMENO.
- 320BELISA.
- 321ALMENO.
- 322ECLOGA IV.
- 323INTERLOCUTORES.
- 324FRONDOSO e DURIANO.
- 325FRONDOSO.
- 326DURIANO.
- 327FRONDOSO.
- 328DURIANO.
- 329FRONDOSO.
- 330DURIANO.
- 331FRONDOSO.
- 332DURIANO.
- 333FRONDOSO.
- 334DURIANO.
- 335FRONDOSO.
- 336DURIANO.
- 337FRONDOSO.
- 338DURIANO.
- 339FRONDOSO.
- 340DURIANO.
- 341FRONDOSO.
- 342DURIANO.
- 343FRONDOSO.
- 344DURIANO.
- 345ECLOGA V.
- 346ECLOGA VI
- 347INTERLOCUTORES
- 348AGRARIO.
- 349ALICUTO.
- 350AGRARIO.
- 351ALICUTO.
- 352AGRARIO.
- 353ALICUTO.
- 354AGRARIO.
- 355ALICUTO.
- 356AGRARIO.
- 357ALICUTO.
- 358AGRARIO.
- 359ALICUTO.
- 360ECLOGA VII.
- 361INTERLOCUTORES.
- 362SATYRO I. SATYRO II.
- 363SATYRO PRIMEIRO.
- 364SATYRO SEGUNDO.
- 365ECLOGA VIII.
- 366PISCATORIA.
- 367ECLOGA IX.
- 368PISCATORIA.
- 369ECLOGA X.
- 370PISCATORIA.
- 371Livre deste mortal, bravo accidente,
- 372ECLOGA XI.
- 373INTERLOCUTORES.
- 374ANZINO e LIMIANO.
- 375LIMIANO.
- 376ANZINO.
- 377LIMIANO.
- 378ANZINO.
- 379LIMIANO.
- 380ANZINO.
- 381LIMIANO.
- 382ANZINO.
- 383ECLOGA XII.
- 384INTERLOCUTORES.
- 385DELIO, ALCIDO, GALASIO.
- 386DELIO.
- 387ALCIDO.
- 388DELIO.
- 389ALCIDO.
- 390DELIO.
- 391ALCIDO.
- 392DELIO.
- 393GALASIO.
- 394DELIO.
- 395GALASIO.
- 396ALCIDO.
- 397GALASIO.
- 398DELIO.
- 399GALASIO.
- 400DELIO.
- 401GALASIO.
- 402ALCIDO.
- 403DELIO.
- 404GALASIO.
- 405DELIO.
- 406Livre pastor não ha, que bem os olhe,
- 407GALASIO.
- 408DELIO.
- 409GALASIO.
- 410DELIO.
- 411GALASIO.
- 412DELIO.
- 413GALASIO.
- 414ALCIDO.
- 415ECLOGA XIII.
- 416ECLOGA XIV.
- 417INTERLOCUTORES.
- 418ERGASTO, DELIO, LAURENO.
- 419ERGASTO.
- 420Livre de pena, livre de cuidado.
- 421DELIO.
- 422ERGASTO.
- 423DELIO.
- 424ERGASTO.
- 425LAURENO.
- 426ERGASTO.
- 427LAURENO.
- 428ERGASTO.
- 429LAURENO.
- 430DELIO.
- 431ERGASTO.
- 432LAURENO.
- 433ERGASTO.
- 434LAURENO.
- 435ERGASTO.
- 436LAURENO.
- 437ERGASTO.
- 438LAURENO.
- 439ERGASTO.
- 440LAURENO.
- 441ERGASTO.
- 442LAURENO.
- 443DELIO.
- 444ECLOGA XV.
- 445INTERLOCUTORES.
- 446SOLISO e SYLVANO.
- 447SOLISO.
- 448SYLVANO.
- 449SOLISO.
- 450SYLVANO.
- 451SOLISO.
- 452SYLVANO.
- 453SOLISO.
- 454SYLVANO.
- 455SOLISO.
- 456SYLVANO.
- 457SOLISO.
- 458SYLVANO.
- 459SOLISO.
- 460CANÇÕES.
- 461CANÇÃO I.
- 462CANÇÃO II.
- 463CANÇÃO III.
- 464CANÇÃO IV.
- 465CANÇÃO V.
- 466CANÇÃO VI.
- 467CANÇÃO VII.
- 468CANÇÃO VIII.
- 469CANÇÃO IX.
- 470CANÇÃO X.
- 471Parte do mundo, quiz que a vida breve
- 472CANÇÃO XI.
- 473CANÇÃO XII.
- 474CANÇÃO XIII.
- 475CANÇÃO XIV.
- 476CANÇÃO XV.
- 477CANÇÃO XVI.
- 478CANÇÃO XVII.
- 479Livre tinha a vontade e o pensamento,
- 480ODES.
- 481ODE I.
- 482ODE II.
- 483ODE III.
- 484ODE IV.
- 485ODE V.
- 486ODE VI.
- 487ODE VII.
- 488ODE VIII.
- 489ODE IX.
- 490ODE X.
- 491ODE XI.
- 492ODE XII.
Disponibilità lingue
Altre lingue
Altre edizioni linguistiche non sono ancora pubblicate. Qui appariranno quando disponibili.
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