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Literatura
O Livro de Cesário Verde
Edição BooksWhale em português por Cesário Verde
Poesia urbana e sensorial de Lisboa, campo, trabalho, doença, olhar moderno e imagens concretas.
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Introdução do livro
O Livro de Cesário Verde
O Livro de Cesário Verde reúne poemas que transformam Lisboa, o campo, o comércio, os corpos e a vida quotidiana em observação poética moderna. A nitidez visual, a atenção ao trabalho e a tensão entre cidade e natureza fazem da obra um marco da poesia portuguesa.
Edição BooksWhale
Como esta edição foi preparada
Esta edição se baseia em um texto em domínio público e foi preparada pela BooksWhale para leitura digital.
Base de domínio público
Por que pode ser compartilhada
Cesário Verde morreu em 1886, e O Livro de Cesário Verde foi publicado em 1887. Essas datas sustentam o domínio público do texto português original.
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O Livro de Cesário Verde
Cesário Verde
Digital Library project from the National Library of
Portugal.
Capítulo de préviaO LIVRO DE CESARIO VERDEPrévia
Prefácio
Capítulo de préviaA JORGE VERDEPrévia
Aqui deponho em suas mãos e debaixo dos seus lábios o livro do seu
irmão. A minha «obra» terminou no dia em que elle saiu da nossa
doce amizade para a nossa terrível amargura: morri, meu querido
Jorge--deixe-me chamar assim ao irmão do meu querido Cesario;--morri
para as alegrias do trabalho, para as esperanças dos enganos doces!
O desmoronamento fez-se, a um tempo, no espírito e no coração! Dos
restos do passado deixe-me offerecer-lhe a dedicação extremada:
peça-me o sacrifício; e, quando no decorrer da vida, se lembrar de
nós, tenha este pensamento consolador:--A grande alma de meu irmão
soube impôr-se a um coração endurecido; e tenha este outro pensamento:
--Mas não estava de todo endurecido o coração que soube amal-a.
Adeus, meu querido Jorge!
Sumário
Nesta edição
- 01Full text
- 02O LIVRO DE CESARIO VERDE
- 03A JORGE VERDE
- 04S.P.
- 05I
- 06CRISE ROMANESCA
- 07DESLUMBRAMENTOS
- 08SEPTENTRIONAL
- 09MERIDIONAL
- 10IRONIAS DO DESGOSTO
- 11HUMILHAÇÕES
- 12RESPONSO
- 13I
- 14II
- 15III
- 16IV
- 17V
- 18VI
- 19VII
- 20VIII
- 21IX
- 22X
- 23XI
- 24XII
- 25II
- 26NATURAES
- 27CONTRARIEDADES
- 28A DEBIL
- 29CRYSTALISAÇÕES
- 30Partem penedos; cruzam-se estilhaços.
- 31NOITES GELIDAS
- 32MERINA
- 33SARDENTA
- 34FLORES VELHAS
- 35NOITE FECHADA
- 36MANHANS BRUMOSAS
- 37FRIGIDA
- 38I
- 39II
- 40III
- 41IV
- 42V
- 43VI
- 44VII
- 45VIII
- 46IX
- 47X
- 48XI
- 49XII
- 50DE VERÃO
- 51I
- 52II
- 53III
- 54IV
- 55V
- 56VI
- 57VII
- 58VIII
- 59IX
- 60X
- 61XI
- 62XII
- 63XIII
- 64XIV
- 65XV
- 66XVI
- 67XVII
- 68I
- 69AVE MARIAS
- 70II
- 71NOITE FECHADA
- 72Partem patrulhas de cavallaria
- 73III
- 74AO GAZ
- 75IV
- 76HORAS MORTAS
- 77DE TARDE
- 78EM PETIZ
- 79I
- 80DE TARDE
- 81II
- 82OS IRMÃOSINHOS
- 83III
- 84HISTORIAS
- 85NÓS
- 86I
- 87II
- 88III
- 89PROVINCIANAS
- 90I
- 91II
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