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Literatura
Lira dos Vinte Anos
Edición BooksWhale en portugués de Álvares de Azevedo
Um marco do romantismo brasileiro, entre lirismo amoroso, ironia, morte, juventude e imaginação noturna.
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Introducción del libro
Lira dos Vinte Anos
Lira dos Vinte Anos reúne a voz intensa de Álvares de Azevedo, alternando sentimentalismo, spleen, humor sombrio, erotismo idealizado e consciência da morte. O livro é central para entender a segunda geração romântica brasileira.
Edición BooksWhale
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Por qué puede compartirse
Álvares de Azevedo morreu em 1852, e Lira dos Vinte Anos foi publicada no século XIX; esses dados sustentam o domínio público do texto português.
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Lira dos Vinte Anos
Álvares de Azevedo
Lira dos Vinte Anos de Álvares de Azevedo
Cantando a vida, como o cisne a morte. BOCAGE
Dieu, amour et poésie sont les trois mots que je voudrais seuls graver sur ma pierre, si je mérite une pierre. LAMARTINE
São os primeiros cantos de um pobre poeta. Desculpai-os. As primeiras vozes do sabiá não têm a doçura dos seus cânticos de amor.
É uma lira, mas sem cordas: uma primavera, mas sem flores; uma coroa de folhas, mas sem viço.
Cantos espontâneos do coração, vibrações doridas da lira interna que agitava um sonho, notas que o vento levou — como isso dou a lume essas harmonias.
São as páginas despedaçadas de um livro não lido...
E agora que despi a minha musa saudosa dos véus do mistério do meu amor e da minha solidão, agora que ela vai seminua e tímida, por entre vós, derramar em vossas almas os últimos perfumes de seu coração, é meus amigos, recebei-a no peito e amai-a como o consolo, que foi, de uma alma esperançosa, que depunha fé na poesia e no amor — esses dois raios luminosos do coração de Deus.
Capítulo de vista previaÀ MINHA MÃEVista previa
Se a terra é adorada, a mãe não é mais digna de veneração. Digest of hindu law.
Como as flores de uma árvore silvestre Se esfolham sobre a leiva que deu vida A seus ramos sem fruto,
Ó minha doce mãe, sobre teu seio Deixa que dessa pálida coroa Das minhas fantasias Eu desfolhe também, frias, sem cheiro, Flores da minha vida, murchas flores Que só orvalha o pranto!
Capítulo de vista previaPRIMEIRA PARTEVista previa
PRIMEIRA PARTE
Índice
Dentro de esta edición
- 01Full text
- 02À MINHA MÃE
- 03PRIMEIRA PARTE
- 04NO MAR
- 05SONHANDO
- 06ANJINHO
- 07ANJOS DO MAR
- 08A CANTIGA DO SERTANEJO
- 09O POETA
- 10NA MINHA TERRA
- 11ITÁLIA
- 12CREPÚSCULO DO MAR
- 13CREPÚSCULO NAS MONTANHAS
- 14DESALENTO
- 15PÁLIDA INOCÊNCIA
- 16SONETO
- 17A HARMONIA
- 18VIDA
- 19; NO TÚMULO DO MEU AMIGO . JOAO BAPTISTA DA SILVA PEREIRA JUNIOR
- 20O PASTOR MORIBUNDO
- 21TARDE DE VERÃO
- 22V. HUGO
- 23TARDE DE OUTONO
- 24CANTIGA
- 25SAUDADES
- 26ESPERANÇAS
- 27VIRGEM MORTA
- 28HINOS DO PROFETA
- 29LEMBRANÇA DE MORRER
- 30SEGUNDA PARTE UM CADÁVER DE POETA
- 31IDÉIAS ÍNTIMAS
- 32BOÊMIOS | ATO DE UMA COMÉDIA NÃO ESCRITA
- 33NINI
- 34PRÓLOGO,
- 35É ELA! É ELA!
- 36SONETO
- 37SONETO
- 38POR QUE MENTIAS?
- 39AMOR
- 40FANTASIA
- 41LÁGRIMAS DA VIDA
- 42SONETO
- 43LEMBRANÇA DOS QUINZE ANOS
- 44MEU SONHO
- 45O CÔNEGO FILIPE
- 46SONETO
- 47MINHA AMANTE
- 48EUTANÁSIA
- 49DESPEDIDAS
- 50TERZA RIMA
- 51PANTEÍSMO MEDITAÇÃO
- 52DESÂNIMO
- 53O LENÇO DELA
- 54RELÓGIOS E BEIJOS — TRADUZIDO DE HENRIQUE HEINE —
- 55NAMORO A CAVALO
- 56PÁLIDA IMAGEM
- 57SEIO DE VIRGEM
- 58MINHA MUSA
- 59MALVA-MAÇÃ
- 60PENSAMENTOS DELA
- 61POR MIM?
- 62LÉLIA
- 63MORENA
- 6412 DE SETEMBRO
- 65SOMBRA DE D. JUAN
- 66NA VÁRZEA
- 67O EDITOR
- 68DINHEIRO
- 69ADEUS, MEUS SONHOS!
- 70MINHA DESGRAÇA
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